Leilão Virtual Genética Aditiva acontece em maio

Acontece no dia 4 de maio, a partir das 20h (horário de Brasília), o Leilão Virtual Genética Aditiva Leite – Gir Leiteiro e Girolando que irá ofertar 120 animais divididos em 73 lotes. O remate faz parte da programação da 77ª edição da Expogrande, maior feira agropecuária de Mato Grosso do Sul que acontece em Campo Grande.

Os animais arrematados poderão ser pagos em até 24 vezes (2+2+2+2+2+14). Quem faz a transmissão do remate é o AgroCanal.

Entre os lotes ofertados estão os animais REMG251, REM4, REMG366, REMG 398 e vários outros.

Confira o vídeo dos animais que serão leiloados clicando aqui!

Saiba como aumentar o número de vacas prenhes no rebanho

A Embrapa Gado de Leite, sempre visando sanar as dúvidas dos produtores rurais elencou alguns pontos que podem auxiliar o criador a aumentar o número de vacas prenhes no rebanho. Além disso, o órgão também mostra quantos desses animais devem estar em lactação.

Para atingir o objetivo de aumentar o número de vacas prenhes no rebanho, alguns pontos são indispensáveis:

  • A vaca deve parir em boa condição corporal, nem magra e nem muito gorda.
  • Após o parto, deve-se oferecer condições de alimentação e de manejo adequadas para que as vacas apresentem cio o mais rapidamente possível (boa alimentação nos períodos pré e pós-parto).
  • Deve-se obter boa taxa de concepção (inseminação correta e touro fértil).
  • O rebanho precisa ser mantido livre de doenças que provoquem aborto.
  • Deve-se evitar qualquer manejo que provoque estresse nos animais, especialmente nas vacas em reprodução.

Já para saber quantas vacas do rebanho devem estar em lactação, deve-se considerar apenas o número total de vacas do rebanho, o ideal é que 83% das vacas estejam em lactação, o que significa intervalo de partos de 12 meses e duração de lactação de 10 meses. Entretanto, em relação ao total de animais da propriedade, de 40% a 45% deve ser de vacas em lactação.

Leilão Girolando Top Leite MS acontece durante a Expogrande

Acontece no dia 30 de abril, às 19h, no Tatersal de Elite da Acrissul, durante a 77ª edição da Expogrande, o Leilão Girolando Top Leite MS. O remate que irá ofertar vacas e novilhas prenhas ou em lactação, bezerras de FIV e Touros, será transmitido pelo Agrocanal.

O leilão será realizado pelo Núcleo dos Criadores Girolando de Mato Grosso do Sul e contará com 60 lotes que poderão ser parcelados em até 30 vezes.

Para mais informações sobre o Leilão basta ligar em um dos telefones: (67) 3342-9287 / (67) 8152-1488 ou (67) 9912-2077.

Como repor as de fêmeas no rebanho de maneira eficiente

Os produtores rurais têm várias dúvidas a respeito de como manter um rebanho produtivo, sendo em número de animais, de como fazer para que os mesmos produzam mais e várias outras perguntas. A Embrapa Gado de Leite resolveu mostrar para o criador qual é a melhor estratégia para realizar a reposição das fêmeas em um rebanho.

A taxa de reposição de fêmeas no rebanho deve ser igual ou superior a 25% ao ano. A melhor estratégia é elevar ao máximo a taxa de parição do rebanho e reduzir a taxa de mortalidade de bezerros. Quanto maior o número de nascimentos, maior será o número de novilhas disponíveis e maior será a possibilidade de selecionar os melhores animais.

Se a taxa de natalidade é de 80% e assumindo que em média nascem 50% de fêmeas, têm-se 40% de fêmeas. Considerando-se a taxa média de 5% de mortalidade, sobram 38% de fêmeas para reposição. Dessa forma, teoricamente, a taxa de reposição poderia ser de 38%. Isso indica que usando 25% de reposição de vacas, saem do rebanho 100 vacas, 25 para descarte, e as vacas não precisam ficar por mais que quatro lactações.

Assumindo-se que se faça inseminação artificial no rebanho e seleção de touros melhoradores (ganho genético positivo para leite), as filhas serão melhores que as mães. De maneira que se a reprodução é boa, sobram todos os machos e parte das novilhas para serem vendidas. Outra estratégia é vender vacas de segunda lactação para melhorar a rentabilidade da atividade leiteira.

Vaca fatura seis premiações da raça Gir Leiteiro na Expass

A novilha Valeska Fiv foi o grande destaque da 13ª exposição especializada da raça Gir Leiteiro que aconteceu entre os dias 13 e 19 de março, durante a 52ª edição da Expass, em Passos (MG).

O animal conquistou seis troféus, sendo três deles no torneio leiteiro e três na pista. Confira as premiações:

  • Campeã Fêmea Jovem – Torneio Leiteiro
  • Melhor Úbere Jovem – Torneio Leiteiro
  • Grande Campeã – Torneio Leiteiro
  • Campeã Fêmea Jovem
  • Melhor Úbere Jovem
  • Grande Campeã da Raça

No torneio leiteiro, a vaca teve uma produção média de 48,520 kg de leite. Valeksa FIV é filha do Fardo Fiv F. Mutum e da Fécula F. Mutum.

Veja as razões para o emagrecimento das vacas pós-parto

Umas das coisas que mais preocupa o produtor rural em relação ao seu rebanho é o emagrecimento das vacas logo após o parto. Muitos não sabem o que causa esse emagrecimento ou alternativas para fazer com que a perda de peso seja a menor possível. Pensando nisso, a Embrapa Gado de Leite elaborou uma resposta com todas as possíveis causas para esse fato.

Exceto por razões de doença, é normal que as vacas percam peso durante as primeiras semanas de lactação, principalmente as de alta produção.

Essa perda de peso é consequência da alta demanda por nutrientes para a produção de leite no momento em que o consumo voluntário de matéria seca da vaca ainda é baixo. No início da lactação (1 a 100 dias – fase 1), a quantidade de concentrado é maior justamente para aumentar a densidade energética da dieta.

Há que se evitar perdas anormais de prolongadas de peso, o que pode ser conseguido melhorando-se a concentração e balanceamento dos nutrientes (principalmente energia), na dieta, e estimulando-se o consumo.

Se o produtor estiver fornecendo a dieta completa (concentrado + volumoso), deve-se balancear a dieta com relação à energia, proteína, minerais e tamponantes (bicarbonato de sódio, 60%, + óxido de magnésio, 40%), na base de 1% de matéria seca (MS) da dieta ou 1,5% a 2% no concentrado. Isso permitirá o fornecimento de 150 a 200 g/dia de tamponante por vaca, para evitar a acidose ruminal, doença causada pelo baixo valor de pH no líquido ruminal, o que usualmente ocorre por excesso de concentrado e pouco volumoso ou pouca fibra em detergente neutro (FDN) na dieta das vacas.

5º Simpósio Internacional Leite Integral acontece em Curitiba (PR)

Acontece em Curitiba (PR), entre os dias 7 e 10 de abril, o 5º Simpósio Internacional Leite Integral, evento que este ano tem como tema o período de transição das vacas. O tema foi decidido baseado na opinião dos participantes do simpósio nos anos anteriores.

O evento irá reunir os maiores especialistas da área que irão ministrar palestras e cursos para os participantes. Além disso, mesas redondas sobre o tema e visitas técnicas também serão atrações do simpósio.

O período de transição é definido como o espaço de tempo compreendido entre as 3 semanas pré-parto e as 3 semanas pós-parto. Pelo fato desse período ser uma fase crítica e determinante para a saúde da vaca e seu retorno econômico durante toda a lactação, a organização do evento pensou em proporcionar atividades que irão explicar desde as alterações hormonais, metabólicas, fisiológicas e anatômicas até alternativas para amenizar as consequências negativas das alterações que as vacas sofrem durante esse período.

Para obter mais informações e se inscrever no 5º Simpósio Internacional Leite Integral, basta acessar o site www.simposioleiteintregral.com.br.

Saiba como aumentar o número de bezerros por vaca sem prejudicar o animal

Vários criadores buscam alternativas para reduzir o intervalo de partos de suas vacas. Pensando nisso, a Embrapa Gado de Leite explicou como fazer com que haja mais nascimentos de bezerros por vaca, sem prejudicar o descanso normal do animal.

É possível aumentar o número de bezerros durante a vida útil da vaca reduzindo o intervalo de partos. Em muitos rebanhos, o intervalo de partos é muito longo, 15 a 18 meses. O Ideal é obter intervalos de partos de 12 meses, o que representa uma cria por vaca/ano.

Para alcançar esse objetivo, é imprescindível estabelecer um bom plano de alimentação para as vacas, antes e depois do parto, uma vez que a alimentação tem influência direta sobre a reprodução. Devem-se adotar medidas de manejo, como secar a vaca 60 dias antes do parto.

Além disso, as vacas de primeira lactação são as que apresentam o intervalo, do parto ao primeiro cio, mais longo, o que é determinado pelo erro do manejo nutricional. Essas vacas devem atingir 80% do peso adulto na data do primeiro parto. O peso do parto é a variável mais importante para uma produção de leite normal e para um bom desempenho reprodutivo, sendo considerado mais importante do que a idade ou o peso no momento da cobertura/inseminação.

Recomenda-se que as vaca da primeira lactação sejam tratadas em lote separado e que, no cálculo da dieta, sejam aumentadas em 20% as necessidades de mantença, pois esse animal ainda está crescendo e precisa ganhar peso na primeira lactação, para que no segundo parto tenha peso maior que no primeiro.

18º Encontro Técnico do Leite acontece em Campo Grande

Acontece no dia 2 de junho, no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo, em Campo Grande, a 18ª edição do Encontro Técnico do Leite. O evento abordará desde a estruturação do rebanho até o bem-estar dos animais na pecuária leiteira.

O 18º Encontro Técnico do Leite contará com palestras com os temas de estratégias competitivas para produtores de leite, estruturação do rebanho leiteiro e indicadores zootécnicos, criação eficiente de bezerros e novilhas para a produção de leite, suplementação de vacas em pastejo, bem estar para vacas em sistema de pastejo e medicina da produção: eficiência na integração das ferramentas de manejo.

O evento é organizado pela Famasul que segundo o seu departamento de Economia, apontou que o preço recebido pelo produtor de leite em Mato Grosso do Sul registrou média de R$ 0,72 o litro em março desse ano, resultado 2,6% superior ao verificado no mês anterior, quando o leite ficou em R$ 0,70 o litro.

Atualmente Mato Grosso do Sul é o 13º maior produtor de leite do Brasil, com uma produção aproximada de 500 milhões de litros ao ano.

Ganho de peso ideal de uma vaca leiteira até a cobertura

Muitos produtores rurais ficam em dúvida ou não sabem qual é o peso ideal dos seus animais que compõe o seu gado leiteiro. Pensando nisso, a Embrapa Gado de Leite divulgou informações valiosas para que o produtor possa acompanhar o desenvolvimento de suas fêmeas leiteiras.

Para a raça Holandês, recomenda-se a cobertura a partir dos 340 kg; para a Jersey, a partir de 230 kg; e para as mestiças Holandês x Zebu, a partir de 330 kg de peso vivo.

O produtor deve estabelecer sua meta, ou seja, com que idade suas novilhas devem atingir esses pesos. A partir dessa definição, estima-se o ganho diário de peso durante a fase de recria, bem como a alimentação a ser fornecida para se atingir essa meta.

Se não conseguir o peso ideal das novilhas, o melhor é atrasar a data do acasalamento, pois vacas pequenas ao parto sempre serão animais pequenos, especialmente, as boas de leite. Vacas de primeira lactação sempre têm o pior desempenho reprodutivo dentro do rebanho. A redução da idade ao parto permite reduzir o custo e/ou aumentar o ganho genético do rebanho.

Na época das chuvas, novilhas manejadas em boas pastagens (pastejo rotativo) atingem ganhos ótimos de 700 g/dia. Na época seca do ano, deve-se buscar ganhos de 500 g/dia em novilhas suplementadas com volumoso e concentrado.

A idade da novilha, ao primeiro parto, deve ser de 24 meses, independentemente da raça. E o fator mais importante do que o peso à cobertura é o peso da novilha na época do parto. Por exemplo: se o peso ao nascer estiver entre 30 kg a 40 kg; o peso aos 60 dias (desaleitamento), entre 60 kg e 70 kg (ganho médio diário de 550 g); aos 6 meses, 150 kg a 160 kg; aos 12 meses, 240 kg a 250 kg; aos 15 meses, entre 300 kg e 320 kg (ganho médio diário de 550 g); aos 24 meses, estará entre 460 kg e 480 kg (ganho médio diário de 600 g).

Essa simulação mostra que as novilhas da raça Holnadês, para obter 550 kg ao parto, e as mestiças Holandês x Zebu, 500 kg, necessitam que o ganho médio diário, em certas fases, seja superior a 700 g. Salienta-se que na época seca, devido à disponibilidade e ao custo maior com a alimentação, o ganho de peso é menor que o da época chuvosa.

 

Por Vicenzzo Vicchiatti, com informações da Embrapa Gado de Leite

Conheça as necessidades alimentares das vacas em lactação

A Embrapa Gado de Leite tem alertado o produtor em vários aspectos da produção leiteira, as dicas vão desde como fazer o desaleitamento precoce até sobre doenças que afetam a produção.  Hoje, você fica sabendo um pouco mais sobre as necessidades alimentares diárias das vacas na fase de lactação.

As informações sobre necessidades diárias ou exigências nutricionais do gado de leite, qualquer que seja a categoria animal (bezerros, novilhas e vacas), são fornecidas por tabelas específicas. As mais utilizadas são as publicadas pelo NRC, Estados Unidos.

Frequentemente, para vacas em lactação, o teor de proteína bruta na base de matéria seca não deve ser inferior a 12%. Níveis menores limitam o crescimento da população microbiana do rúmen-retículo. Além da PB, a energia (EL ou NDT) e os minerais também não poderão ser limitantes.

Para a formulação da mistura mineral, devem-se considerar os minerais presentes na água, na forragem e no concentrado. A mistura deverá ser balanceada nos nutrientes cálcio, fósforo, magnésio, sódio, iodo, cloro, enxofre, ferro, cobre, zinco, cobalto, selênio e manganês. Em dietas completas ou misturas totais, e quando se usa misturadores, para balancear os ingredientes, usualmente, divide-se a lactação das vacas em três estágios: 1 a 100, 101 a 200, 201 a 305 dias, além de um lote de vacas de primeira lactação. No primeiro estágio, a dieta deve ser composta de 18 a 20% de PB, 75 a 80% de NDT e, no mínimo, 25% de FDN.

Se for utilizada a relação concentrado/volumoso, essa deve ser de 60%/40%, na base de matéria seca. No segundo estágio, recomenda-se de 16% a 18% de PB, de 70 a 75% de NDT e de 28% a 30% de FDN, ou a relação concentrado/volumoso de 50%/50%, na base de matéria seca.

No terceiro estágio, a dieta deve ser composta de 14% de PB e 75% de NDT. Se for feito uso da relação concentrado/volumoso, essa deve ser de 40%/60% na base de matéria seca.

Saiba como fazer o desaleitamento precoce

Uma das dúvidas frequentes dos criadores de gado é como fazer o desaleitamento do bezerro sem prejudicar o seu desenvolvimento. Pensando nisso, a Embrapa preparou um material que esclarece esse questionamento até o animal passar pela desmama precoce. Confira!

Uma das formas de desaleitar o bezerro precocemente é apartá-lo da mãe entre 12 e 24 horas após o nascimento, desde que tenha mamado o colostro. O bezerro deve ser levado, de preferência, para uma baia (abrigo) individual, onde continuará recebendo o colostro no balde, até o terceiro dia de vida.

No quarto dia, passa a receber leite integral (4L/animal/dia), em duas porções diárias (metade pela manhã e metade à tarde), até o décimo dia de idade.

A partir do décimo dia, o bezerro pode receber o leite de uma só vez e, simultaneamente, um concentrado peletizado, que tenha ingredientes de boa qualidade e boa digestibilidade (18% de proteína bruta e, no mínimo, 75% de digestibilidade in vitro de matéria seca – DIVMS).

Para estimular o consumo de concentrado, recomenda-se colocar uma pequena quantidade no fundo do balde, logo após o bezerro ter terminado de tomar o leite. Ao mesmo tempo, o concentrado deve ser colocado no cocho, aumentando sua quantidade gradativamente, à medida que o bezerro aumenta o consumo.

Um bom consumo de concentrado é quando o bezerro ingere 1kg/animal/dia, nessa fase, ou seja, até a desmama. Depois do desaleitamento (desmama precoce), o bezerro deverá ingerir cerca de 2 kg de concentrado/dia.

 

Vicenzzo Vicchiatti, com informações da Embrapa Gado de Leite

Preço do leite continua em queda, avalia Cepea

Após altas consecutivas desde maio do ano passado, a captação de leite pelas indústrias/cooperativas acompanhadas pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, recuou em janeiro. O principal motivo foi a falta de chuvas nas regiões produtoras do Sudeste e Centro-Oeste na virada do ano. Ainda assim, o preço ao produtor se manteve em queda em fevereiro. A variação, contudo, foi pequena, o que pode sinalizar mudança de tendência nos próximos meses.

Considerando-se a “média Brasil” (BA, GO, MG, PR, RS, SC e SP), o preço líquido do leite recebido pelo produtor caiu 0,76% em fevereiro, na comparação com janeiro, indo para R$ 0,8382/litro. Em relação ao mesmo mês do ano passado, o recuo é de 11,5% em termos reais (deflacionados pelo IPCA de jan/15). O preço bruto médio (inclui frete e impostos – pago ao produtor) foi de R$ 0,9226/litro, baixa de 0,71% no mês.

O índice de Captação de Leite do Cepea (ICAP-L/Cepea) recuou 3,5% de dezembro/14 para janeiro/15. Chuvas abaixo do normal em grande parte do País dificultaram a recuperação das pastagens. Além disso, na tentativa de regular os volumes de leite estocado, laticínios/cooperativas reduziram o ritmo de compras de matéria-prima. A diminuição, no entanto, não foi uniforme. Em Goiás, a captação baixou 7,36%; em São Paulo, 3,02% e, no Rio Grande do Sul, houve mesmo aumento, de 0,3%.

Para os próximos meses, representantes de laticínios/cooperativas consultados pelo Cepea acreditam que pode haver estabilidade e/ou alta nos preços pagos ao produtor. Entre os entrevistados, 50% dos agentes (que representam 68,84% do volume amostrado) acreditam em estabilidade. Outros 30,43% dos colaboradores consultados pelo Cepea esperam alta em março (estes representam 22,62% do leite amostrado). Já 19,6% dos entrevistados ainda têm expectativa de queda nos preços no mês que vem.

No segmento de derivados, o leite UHT no mercado atacadista do estado de São Paulo, depois de cinco meses em quedas, se valorizou 1,6% de janeiro para fevereiro, com a média indo para R$ 1,82/litro. O queijo muçarela, também após cinco recuos seguidos, teve recuperação de 1,5%, com a média a 11,36/kg em fevereiro. Grande parte dos atacadistas consultados pelo Cepea indica que os estoques, antes considerados altos, já vêm se estabilizando. Esta pesquisa sobre o segmento de derivados do Cepea é realizada diariamente com laticínios e atacadistas do estado de São Paulo e tem o apoio financeiro da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e da Confederação Brasileira de Cooperativas de Laticínios (CBCL).

Informações Cepea

Expozebu 2015 abre inscrições para concurso leiteiro

Interessados em inscrever seus animais para participar da 81ª Exposição Internacional das Raças Zebuínas – ExpoZebu já podem fazê-lo.

As inscrições começaram na terça-feira, 3 de março.

Segundo informações da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu – ABCZ – foram disponibilizadas 108 vagas para matrizes zebuínas de aptidão leiteira.

Cada expositor poderá inscrever três animais por raça.

Mais informações: (34) 3319-3935.

Informações ABCZ

Gir Villefort promove leilão virtual nesta terça

Acontece nesta terça-feira (3), a partir das 21 horas, o Leilão Virtual Top Leite promovido pelo criatório Gir Villefort.

Serão ofertadas 70 novilhas prenhas e bezerras Gir Leiteiro PO e 10 reprodutores para repasse.

O leilão será transmitido pelo Canal Rural.

Participe!

O catálogo encontra-se disponível no link abaixo:

http://www.programaleiloes.com/leilao/20086/leilao-virtual-top-leite-gir-villefort