5º Simpósio Internacional Leite Integral acontece em Curitiba (PR)

Acontece em Curitiba (PR), entre os dias 7 e 10 de abril, o 5º Simpósio Internacional Leite Integral, evento que este ano tem como tema o período de transição das vacas. O tema foi decidido baseado na opinião dos participantes do simpósio nos anos anteriores.

O evento irá reunir os maiores especialistas da área que irão ministrar palestras e cursos para os participantes. Além disso, mesas redondas sobre o tema e visitas técnicas também serão atrações do simpósio.

O período de transição é definido como o espaço de tempo compreendido entre as 3 semanas pré-parto e as 3 semanas pós-parto. Pelo fato desse período ser uma fase crítica e determinante para a saúde da vaca e seu retorno econômico durante toda a lactação, a organização do evento pensou em proporcionar atividades que irão explicar desde as alterações hormonais, metabólicas, fisiológicas e anatômicas até alternativas para amenizar as consequências negativas das alterações que as vacas sofrem durante esse período.

Para obter mais informações e se inscrever no 5º Simpósio Internacional Leite Integral, basta acessar o site www.simposioleiteintregral.com.br.

Saiba como aumentar o número de bezerros por vaca sem prejudicar o animal

Vários criadores buscam alternativas para reduzir o intervalo de partos de suas vacas. Pensando nisso, a Embrapa Gado de Leite explicou como fazer com que haja mais nascimentos de bezerros por vaca, sem prejudicar o descanso normal do animal.

É possível aumentar o número de bezerros durante a vida útil da vaca reduzindo o intervalo de partos. Em muitos rebanhos, o intervalo de partos é muito longo, 15 a 18 meses. O Ideal é obter intervalos de partos de 12 meses, o que representa uma cria por vaca/ano.

Para alcançar esse objetivo, é imprescindível estabelecer um bom plano de alimentação para as vacas, antes e depois do parto, uma vez que a alimentação tem influência direta sobre a reprodução. Devem-se adotar medidas de manejo, como secar a vaca 60 dias antes do parto.

Além disso, as vacas de primeira lactação são as que apresentam o intervalo, do parto ao primeiro cio, mais longo, o que é determinado pelo erro do manejo nutricional. Essas vacas devem atingir 80% do peso adulto na data do primeiro parto. O peso do parto é a variável mais importante para uma produção de leite normal e para um bom desempenho reprodutivo, sendo considerado mais importante do que a idade ou o peso no momento da cobertura/inseminação.

Recomenda-se que as vaca da primeira lactação sejam tratadas em lote separado e que, no cálculo da dieta, sejam aumentadas em 20% as necessidades de mantença, pois esse animal ainda está crescendo e precisa ganhar peso na primeira lactação, para que no segundo parto tenha peso maior que no primeiro.

18º Encontro Técnico do Leite acontece em Campo Grande

Acontece no dia 2 de junho, no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo, em Campo Grande, a 18ª edição do Encontro Técnico do Leite. O evento abordará desde a estruturação do rebanho até o bem-estar dos animais na pecuária leiteira.

O 18º Encontro Técnico do Leite contará com palestras com os temas de estratégias competitivas para produtores de leite, estruturação do rebanho leiteiro e indicadores zootécnicos, criação eficiente de bezerros e novilhas para a produção de leite, suplementação de vacas em pastejo, bem estar para vacas em sistema de pastejo e medicina da produção: eficiência na integração das ferramentas de manejo.

O evento é organizado pela Famasul que segundo o seu departamento de Economia, apontou que o preço recebido pelo produtor de leite em Mato Grosso do Sul registrou média de R$ 0,72 o litro em março desse ano, resultado 2,6% superior ao verificado no mês anterior, quando o leite ficou em R$ 0,70 o litro.

Atualmente Mato Grosso do Sul é o 13º maior produtor de leite do Brasil, com uma produção aproximada de 500 milhões de litros ao ano.

Ganho de peso ideal de uma vaca leiteira até a cobertura

Muitos produtores rurais ficam em dúvida ou não sabem qual é o peso ideal dos seus animais que compõe o seu gado leiteiro. Pensando nisso, a Embrapa Gado de Leite divulgou informações valiosas para que o produtor possa acompanhar o desenvolvimento de suas fêmeas leiteiras.

Para a raça Holandês, recomenda-se a cobertura a partir dos 340 kg; para a Jersey, a partir de 230 kg; e para as mestiças Holandês x Zebu, a partir de 330 kg de peso vivo.

O produtor deve estabelecer sua meta, ou seja, com que idade suas novilhas devem atingir esses pesos. A partir dessa definição, estima-se o ganho diário de peso durante a fase de recria, bem como a alimentação a ser fornecida para se atingir essa meta.

Se não conseguir o peso ideal das novilhas, o melhor é atrasar a data do acasalamento, pois vacas pequenas ao parto sempre serão animais pequenos, especialmente, as boas de leite. Vacas de primeira lactação sempre têm o pior desempenho reprodutivo dentro do rebanho. A redução da idade ao parto permite reduzir o custo e/ou aumentar o ganho genético do rebanho.

Na época das chuvas, novilhas manejadas em boas pastagens (pastejo rotativo) atingem ganhos ótimos de 700 g/dia. Na época seca do ano, deve-se buscar ganhos de 500 g/dia em novilhas suplementadas com volumoso e concentrado.

A idade da novilha, ao primeiro parto, deve ser de 24 meses, independentemente da raça. E o fator mais importante do que o peso à cobertura é o peso da novilha na época do parto. Por exemplo: se o peso ao nascer estiver entre 30 kg a 40 kg; o peso aos 60 dias (desaleitamento), entre 60 kg e 70 kg (ganho médio diário de 550 g); aos 6 meses, 150 kg a 160 kg; aos 12 meses, 240 kg a 250 kg; aos 15 meses, entre 300 kg e 320 kg (ganho médio diário de 550 g); aos 24 meses, estará entre 460 kg e 480 kg (ganho médio diário de 600 g).

Essa simulação mostra que as novilhas da raça Holnadês, para obter 550 kg ao parto, e as mestiças Holandês x Zebu, 500 kg, necessitam que o ganho médio diário, em certas fases, seja superior a 700 g. Salienta-se que na época seca, devido à disponibilidade e ao custo maior com a alimentação, o ganho de peso é menor que o da época chuvosa.

 

Por Vicenzzo Vicchiatti, com informações da Embrapa Gado de Leite

Conheça as necessidades alimentares das vacas em lactação

A Embrapa Gado de Leite tem alertado o produtor em vários aspectos da produção leiteira, as dicas vão desde como fazer o desaleitamento precoce até sobre doenças que afetam a produção.  Hoje, você fica sabendo um pouco mais sobre as necessidades alimentares diárias das vacas na fase de lactação.

As informações sobre necessidades diárias ou exigências nutricionais do gado de leite, qualquer que seja a categoria animal (bezerros, novilhas e vacas), são fornecidas por tabelas específicas. As mais utilizadas são as publicadas pelo NRC, Estados Unidos.

Frequentemente, para vacas em lactação, o teor de proteína bruta na base de matéria seca não deve ser inferior a 12%. Níveis menores limitam o crescimento da população microbiana do rúmen-retículo. Além da PB, a energia (EL ou NDT) e os minerais também não poderão ser limitantes.

Para a formulação da mistura mineral, devem-se considerar os minerais presentes na água, na forragem e no concentrado. A mistura deverá ser balanceada nos nutrientes cálcio, fósforo, magnésio, sódio, iodo, cloro, enxofre, ferro, cobre, zinco, cobalto, selênio e manganês. Em dietas completas ou misturas totais, e quando se usa misturadores, para balancear os ingredientes, usualmente, divide-se a lactação das vacas em três estágios: 1 a 100, 101 a 200, 201 a 305 dias, além de um lote de vacas de primeira lactação. No primeiro estágio, a dieta deve ser composta de 18 a 20% de PB, 75 a 80% de NDT e, no mínimo, 25% de FDN.

Se for utilizada a relação concentrado/volumoso, essa deve ser de 60%/40%, na base de matéria seca. No segundo estágio, recomenda-se de 16% a 18% de PB, de 70 a 75% de NDT e de 28% a 30% de FDN, ou a relação concentrado/volumoso de 50%/50%, na base de matéria seca.

No terceiro estágio, a dieta deve ser composta de 14% de PB e 75% de NDT. Se for feito uso da relação concentrado/volumoso, essa deve ser de 40%/60% na base de matéria seca.

Saiba como fazer o desaleitamento precoce

Uma das dúvidas frequentes dos criadores de gado é como fazer o desaleitamento do bezerro sem prejudicar o seu desenvolvimento. Pensando nisso, a Embrapa preparou um material que esclarece esse questionamento até o animal passar pela desmama precoce. Confira!

Uma das formas de desaleitar o bezerro precocemente é apartá-lo da mãe entre 12 e 24 horas após o nascimento, desde que tenha mamado o colostro. O bezerro deve ser levado, de preferência, para uma baia (abrigo) individual, onde continuará recebendo o colostro no balde, até o terceiro dia de vida.

No quarto dia, passa a receber leite integral (4L/animal/dia), em duas porções diárias (metade pela manhã e metade à tarde), até o décimo dia de idade.

A partir do décimo dia, o bezerro pode receber o leite de uma só vez e, simultaneamente, um concentrado peletizado, que tenha ingredientes de boa qualidade e boa digestibilidade (18% de proteína bruta e, no mínimo, 75% de digestibilidade in vitro de matéria seca – DIVMS).

Para estimular o consumo de concentrado, recomenda-se colocar uma pequena quantidade no fundo do balde, logo após o bezerro ter terminado de tomar o leite. Ao mesmo tempo, o concentrado deve ser colocado no cocho, aumentando sua quantidade gradativamente, à medida que o bezerro aumenta o consumo.

Um bom consumo de concentrado é quando o bezerro ingere 1kg/animal/dia, nessa fase, ou seja, até a desmama. Depois do desaleitamento (desmama precoce), o bezerro deverá ingerir cerca de 2 kg de concentrado/dia.

 

Vicenzzo Vicchiatti, com informações da Embrapa Gado de Leite

Preço do leite continua em queda, avalia Cepea

Após altas consecutivas desde maio do ano passado, a captação de leite pelas indústrias/cooperativas acompanhadas pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, recuou em janeiro. O principal motivo foi a falta de chuvas nas regiões produtoras do Sudeste e Centro-Oeste na virada do ano. Ainda assim, o preço ao produtor se manteve em queda em fevereiro. A variação, contudo, foi pequena, o que pode sinalizar mudança de tendência nos próximos meses.

Considerando-se a “média Brasil” (BA, GO, MG, PR, RS, SC e SP), o preço líquido do leite recebido pelo produtor caiu 0,76% em fevereiro, na comparação com janeiro, indo para R$ 0,8382/litro. Em relação ao mesmo mês do ano passado, o recuo é de 11,5% em termos reais (deflacionados pelo IPCA de jan/15). O preço bruto médio (inclui frete e impostos – pago ao produtor) foi de R$ 0,9226/litro, baixa de 0,71% no mês.

O índice de Captação de Leite do Cepea (ICAP-L/Cepea) recuou 3,5% de dezembro/14 para janeiro/15. Chuvas abaixo do normal em grande parte do País dificultaram a recuperação das pastagens. Além disso, na tentativa de regular os volumes de leite estocado, laticínios/cooperativas reduziram o ritmo de compras de matéria-prima. A diminuição, no entanto, não foi uniforme. Em Goiás, a captação baixou 7,36%; em São Paulo, 3,02% e, no Rio Grande do Sul, houve mesmo aumento, de 0,3%.

Para os próximos meses, representantes de laticínios/cooperativas consultados pelo Cepea acreditam que pode haver estabilidade e/ou alta nos preços pagos ao produtor. Entre os entrevistados, 50% dos agentes (que representam 68,84% do volume amostrado) acreditam em estabilidade. Outros 30,43% dos colaboradores consultados pelo Cepea esperam alta em março (estes representam 22,62% do leite amostrado). Já 19,6% dos entrevistados ainda têm expectativa de queda nos preços no mês que vem.

No segmento de derivados, o leite UHT no mercado atacadista do estado de São Paulo, depois de cinco meses em quedas, se valorizou 1,6% de janeiro para fevereiro, com a média indo para R$ 1,82/litro. O queijo muçarela, também após cinco recuos seguidos, teve recuperação de 1,5%, com a média a 11,36/kg em fevereiro. Grande parte dos atacadistas consultados pelo Cepea indica que os estoques, antes considerados altos, já vêm se estabilizando. Esta pesquisa sobre o segmento de derivados do Cepea é realizada diariamente com laticínios e atacadistas do estado de São Paulo e tem o apoio financeiro da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e da Confederação Brasileira de Cooperativas de Laticínios (CBCL).

Informações Cepea

Expozebu 2015 abre inscrições para concurso leiteiro

Interessados em inscrever seus animais para participar da 81ª Exposição Internacional das Raças Zebuínas – ExpoZebu já podem fazê-lo.

As inscrições começaram na terça-feira, 3 de março.

Segundo informações da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu – ABCZ – foram disponibilizadas 108 vagas para matrizes zebuínas de aptidão leiteira.

Cada expositor poderá inscrever três animais por raça.

Mais informações: (34) 3319-3935.

Informações ABCZ

Gir Villefort promove leilão virtual nesta terça

Acontece nesta terça-feira (3), a partir das 21 horas, o Leilão Virtual Top Leite promovido pelo criatório Gir Villefort.

Serão ofertadas 70 novilhas prenhas e bezerras Gir Leiteiro PO e 10 reprodutores para repasse.

O leilão será transmitido pelo Canal Rural.

Participe!

O catálogo encontra-se disponível no link abaixo:

http://www.programaleiloes.com/leilao/20086/leilao-virtual-top-leite-gir-villefort

Vem aí Leilão Virtual Fórmula Basa 2015

Acontece no dia 10 de março, a partir das 21 horas, a edição 2015 do Leilão Virtual Fórmula Basa.

Entre os lotes ofertados estão:

Lote 1B – Magnelia FIV do Basa
Fêmea nascida em 19/12/2014
Filha de C.a Sansão x Holambra TE BJS.

Lote 1F – Noemia FIV do Basa
Fêmea nascida em 05/01/2015
Filha de Meteoro de Brasília x Alaza Cal

Lote 5 – Joeira de Brasília
Fêmea nascida em 06/09/2010
Filha de Bagda TE de Brasília x Enamorada TE de Brasília.

Confira o catálogo na íntegra no link abaixo:

http://migre.me/oJx6z

Participe!

Boas Práticas Agropecuárias aplicadas à produção de leite

A Embrapa Gado de Leite disponibiliza em seu canal no YouTube um vídeo para que o produtor possa seguir as Boas Práticas Agropecuárias aplicadas à produção do leite. No vídeo, são abordados quais os pontos que a propriedade rural deve seguir para poder praticar essas boas práticas.

Esse processo visa garantir que o leite e seus derivados sejam seguros e próprios para o consumo e que a propriedade rural alcance a sustentabilidade sob as perspectivas econômica, social e ambiental. Para atingir este objetivo, as propriedades devem aplicar tais princípios nas áreas de saúde animal, higiene de ordenha, nutrição animal, bem-estar animal, meio ambiente e gestão sócio-econômica.

O vídeo que foi baseado no Guia de Boas Práticas na Pecuária de Leite publicado pela Food and Agriculture Organization of the United Nations (FAO) e International Dairy Federation (IDF) e apresenta uma visão panorâmica sobre os principais procedimentos relacionados às boas práticas agropecuárias aplicadas à produção de leite.

Assista:

Autor: Vicenzzo Vicchiatti

A importância do colostro para os bezerros; veja vídeo

A publicação 500 perguntas 500 respostas da Embrapa Gado de Leite traz em suas páginas informações sobre a importância do leite sujo, o colostro, e sobre suas diferenças diante do leite normal para os bezerros.

Confira:

O leite sujo é importante para o bezerro?
O leite sujo, ou colostro, é o leite produzido durante os 3 a 6 primeiros dias depois do parto. Ele é muito importante para a saúde do bezerro, especialmente quando ingerido nas primeiras 24 horas de vida, uma vez que é a sua principal fonte de imunoglobulinas.

É esse leite que garante a sobrevivência dos animais após o nascimento, pois eles nascem desprovidos de qualquer proteção contra os agentes causadores de doenças presentes no ambiente. São essas imunoglobulinas que dão imunidade e proteção ao bezerro nos primeiros dias de vida. Por isso, é indispensável fornecê-lo o mais rápido possível depois do nascimento.

O colostro é diferente do leite normal? Sua composição varia após o parto?
Sim. O primeiro colostro (da primeira ordenha pós-parto ou da primeira mamada) é muito mais rico em gordura, proteínas, minerais e vitaminas que o leite normal.

Grande parte da proteína que o colostro contém a mais é composta de imunoglobulinas, que têm a função protetora ou imunológica.

À medida que são feitas as ordenhas ou que o bezerro mama na vaca, a composição do colostro vai se aproximando à do leite, isto é, os teores de proteína, sólidos totais, gordura, minerais e vitaminas vão diminuindo e, em contrapartida, os teores de água e lactose aumentam, até que o leite fique “limpo”, o que ocorre por volta de 5 a 6 dias após o parto.

Enquanto estiver disponível, o colostro deve ser o alimento fornecido aos bezerros, mesmo depois da primeira semana de vida.

Informações Embrapa Gado de Leite

Morte de bezerros; veja algumas causas

A publicação 500 perguntas 500 respostas da Embrapa Gado de Leite traz em suas páginas informações sobre quais as causas da mortalidade de bezerros nos 3 primeiros meses de vida.

Confira:

As diarreias infecciosas e os problemas respiratórios são as doenças que mais causam mortes em animais jovens, no período de até três meses de idade.

Na maioria dos casos, as mortes decorrem das condições de criação, como instalações e manejos inadequados e alimentação deficiente.

Os três primeiros meses de vida são os mais críticos para o bezerro porque seu sistema imunológico – defesas contra os agentes causadores de doenças – ainda não está completamente desenvolvido. Por isso é muito importante o bezerro mamar o colostro logo ao nascer.

E para evitar a ocorrência das diarreias, o importante é a higiene do amiente e dos utensílios usados, lavando-os e desinfetando-os diariamente, além de se manter o local limpo, seco e abrigado de ventos frios.

Informações Embrapa Gado de Leite

Queda de raio mata 16 cabeças de gado no interior de SP

A queda de um raio em uma propriedade rural, na cidade de Botucatu (SP), na última quarta-feira (28), causou a morte de 16 cabeças de gado.

Os animais da raça Nelore estavam em um pasto quando uma forte chuva com raios atingiu a fazenda localizada na região Centro-Oeste Paulista.

A prefeitura municipal cedeu uma escavadeira para ajudar a enterrar os bois dentro da propriedade, já que o aproveitamento da carne e couro do gado foi considerado descartado.

Segundo informações do portal G1, o valor do prejuízo não foi divulgado pelo proprietário dos animais.