Concurso Leiteiro Natural terá início no dia 12 de agosto

As 14 matrizes participantes (12 da raça gir e 2 da raça guzerá), de seis diferentes criatórios, passaram por exames clínicos e já se encontram em fase de adaptação no local da prova, em Uberaba/MG.Com pasto e suplementação ajustada à produção diária, o Concurso Leiteiro Natural tem como objetivo mostrar todo o potencial das raças zebuínas dentro do sistema de pasto. “As matrizes estão a pasto e apenas durante a ordenha estão sendo oferecidos silo e ração. A ABCZ está realizando avaliações de qualidade do leite e tomando os devidos cuidados para prevenção de possíveis agentes infecciosos nas glândulas mamárias das matrizes. A média geral de produção de leite até o momento é de 21 litros de leite/dia”, comenta Mariana Alencar, gerente do PMGZ Leite.

O Concurso Leiteiro Natural será realizado entre os dias 12 e 16 de agosto, com duas ordenhas diárias, totalizando 10 ordenhas. Nenhuma ordenha será eliminada. Entre os dias 17 e 25 de agosto, as matrizes participantes ficarão expostas para visitação em pavilhão no Parque Fernando Costa. As campeãs do concurso serão conhecidas na 6ª ExpoGenética, durante premiação programada para o dia 22 de agosto.

Vem aí o Leilão Gir das Américas

No dia 08 de agosto, a partir das 21 horas, no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, será realizado o 6º Leilão Gir das Américas, quando serão ofertadas matrizes Gir Leiteiro com alta produtividade em 28 lotes, com destaque para Domênica Babitonga, descendente de Radar dos Poções e CA Sansão; Zafira JMMA, campeã fêmea jovem do torneio leiteiro Uberlância 2012, descendente de Caju de Brasília e Radar dos Poções; e, prenhês Fabrica Fiv de Brasília.

O remate será transmitido pelo Canal Rural e o catálogo virtual pode ser acessado no endereço eletrônico: www.programaleiloes.com.br

Leilão Virtual Montanhas Gerais

No dia 05 de agosto será realizado, pelos produtores Alberico Sousa Cruz, Nélio Brant e Ricardo Toledo, o 3º leilão virtual “Montanhas Gerais”, a partir das 20h30min, na Churrascaria Porcão, em Belo Horizonte – MG.

Serão disponibilizados 33 lotes de animais da raça Gir Leiteiro, com destaque para Alteza Ouro Fino, descendente de Jaguar TE do Gavião e Profana de Brasília; Órbita Fiv Sadonana, descendente de Jaguar TE do Gavião e Crista TE Kubera; e, Ágata da RTPA, descendente de Jaguar Te do Gavião e Virilha CAL.

O remate será transmitido pelo Canal Rural e o catálogo virtual está disponível no endereço eletrônico: www.programaleiloes.com.br

Produção de leite cresce e alta no preço é de quase 20%

O preço do leite pago ao produtor teve novo reajuste em julho, acumulando sucessivas altas ao longo de todo o primeiro semestre de 2013 e sendo o maior patamar desde setembro/07, em termos reais (descontando a inflação do período). O preço bruto do leite pago ao produtor (que inclui frete e impostos) calculado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, alcançou R$ 1,0544/litro em julho – média ponderada pelo volume captado em junho nos estados de GO, MG, PR, RS, SC, SP e BA. Em relação ao mês anterior, a média registrou alta de 3,6% (ou de 3,7 centavos/litro) e, frente a julho/12, o aumento, em termos reais, é de 17%. O preço líquido apresentou o mesmo comportamento, chegando a R$ 0,9798/litro, elevação de 4% (ou de 4,8 centavos/litro) em relação a junho/13. Desde o início deste ano, o aumento no preço bruto já é de 18% em termos nominais e de 14,4% em termos reais.
Segundo pesquisadores do Cepea, esse novo aumento no preço do leite esteve mais atrelado à firme demanda do que a produção. Isso porque, em junho, a captação de leite chegou a aumentar no Brasil – 6,73%, conforme o Índice de Captação de Leite (ICAP-Leite) do Cepea – depois de registrar consecutivas quedas desde o início deste ano. A maior produção, por sua vez, se deve às boas condições de desenvolvimento das pastagens de inverno e também ao maior poder de compra do produtor de leite frente à alimentação concentrada.
No Sul do Brasil, a produção chegou a avançar 10,5%. Em Minas Gerais, o aumento na captação de maio para junho foi de 5,2%, em Goiás, de 4,5% e em São Paulo, de 3,1%.
Por outro lado, agentes relataram que o frio intenso em algumas regiões, principalmente no Sul, tem prejudicado bastante o desenvolvimento das pastagens de inverno, o que pode afetar a produção de leite de julho. A estratégia de parte dos produtores tem sido o uso da silagem – para os que produziram o alimento – e o aumento do uso de ração no cocho.
Para o próximo mês, a expectativa de representantes de laticínios/cooperativas consultados pelo Cepea continua sendo de alta nos preços, mas o mercado já sinaliza um pouco mais de estabilidade que o mês anterior. Entre os compradores ouvidos pelo Cepea, 56%, que representam 51,6% do leite amostrado, acreditam que haverá novo aumento de preços em agosto e 40,4% (que representam 47,1% do volume captado) indicam estabilidade. Somente 3,7% dos agentes (que representam 1,3% do volume) sinalizam queda para agosto.
Mesmo com a captação de junho em um patamar superior ao do mesmo mês de 2012, indústrias alegam que a oferta de matéria-prima tem sido insuficiente para o atual ritmo de venda de derivados. A demanda aquecida ainda tem sido o principal motivo para esta queixa. Com isso, os preços dos produtos lácteos continuam subindo com força. Alguns representantes dessas empresas contatadas pelo Cepea indicam que a demanda tende a aumentar mais ainda no início de agosto com a volta às aulas.
Em relação aos preços dos derivados no atacado de São Paulo, a oferta de matéria-prima abaixo da demanda, que continua bastante aquecida, tem alavancado as cotações, principalmente do leite UHT e do queijo muçarela. Até o dia 29 de julho, o leite UHT e o queijo muçarela registram médias de R$ 2,29/litro e de R$ 12,63/kg (aumentos de 5,4% e de 2,4% em relação a junho), respectivamente, sendo os maiores patamares nominais das séries histórias desses produtos, iniciada pelo Cepea em mar/10 e jan/11, nesta ordem. Essa pesquisa do Cepea é realizada diariamente com laticínios e atacadistas e tem o apoio financeiro da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e da Confederação Brasileira de Cooperativas de Laticínios (CBCL).
AO PRODUTOR – Em julho, o preço bruto pago ao produtor de Goiás atingiu R$ 1,1285/litro, alta de 4,7% em relação a junho (5,1 centavos/litro) e novamente foi o maior valor dentre os estados que compõem a “média Brasil”. No estado de São Paulo, onde a média foi de R$ 1,0772/litro, o acréscimo foi de 3,1% (ou 3,2 centavos/litro); em Minas Gerais, o reajuste foi de 3,2% (3,3 centavos), com o litro alcançando R$ 1,0714.
Em Santa Catarina, a alta foi de 6,5% (6,3 centavos/litro), com a média atingindo R$ 1,0333/litro em julho. No Paraná, o preço subiu 4,3% (4,2 centavos/litro) e a média passou para R$ 1,0179/litro. Os estados que tiveram as menores médias continuaram sendo Bahia e Rio Grande do Sul. O preço bruto no primeiro teve incremento de 3,6% (ou 3,7 centavos/litro) e no segundo, de 4% (ou 3,7 centavos/litro), com as médias a R$ 0,9995 e a R$ 0,9672/litro, respectivamente.
Quanto aos estados que não compõem a “média Brasil” do Cepea, os preços também subiram. O maior patamar foi verificado no Rio de Janeiro, onde o litro alcançou R$ 1,1109, aumento de 5% (ou de 5,3 centavos/litro). Na sequência esteve o Espírito Santo, com média estadual de R$ 1,0473/litro, com alta de 5,4% (5,4 centavos/litro). No Ceará, os valores permaneceram praticamente estáveis, com leve aumento de 0,2% (0,02 centavo/litro) e média a R$0,9992/litro. Em Mato Grosso do Sul, o preço pago ao produtor aumentou 4,8% (ou 4,4 centavos/litro), com o litro a R$ 0,9601.

Alta do preço do leite melhora relação de troca por insumos

A sucessiva alta no preço do leite pago ao produtor no primeiro semestre de 2013 melhorou a relação de troca do produto por importantes insumos para a pecuária leiteira, entre eles a ração (concentrado de 22% de proteína bruta), o glifosato e o diesel. O levantamento é da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP).

 Grãos, como milho e soja, são componentes que influenciam fortemente os preços da ração. Assim, os déficits na capacidade logística e de estocagem, associados à safra recorde de milho, e a elevada demanda externa criaram um cenário de importantes oscilações nas disponibilidades e também nos preços ao longo de todo o primeiro semestre.

Quanto ao glifosato, em decorrência da aplicação do herbicida nas lavouras de grãos e nas pastagens de inverno, a relação de troca de leite por este insumo teve picos negativos e positivos, na maioria das regiões, no período de janeiro a junho. O preço do diesel comum subiu 8% no  acumulado do ano, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A variação impactou os custos de logística, tanto do leite como de diversos insumos utilizados pela cadeia produtiva, mas não chegou a prejudicar a relação de troca.

Em São Paulo, a relação de troca de leite por um quilo de ração caiu 52,1%. Em janeiro, o produtor paulista precisava de 1,54 litro de leite para a compra do insumo e, em junho, de apenas um litro. Os produtores de Minas Gerais tiveram melhora de 35,7% no poder de compra. Em Goiás, a ampliação do poder de compra foi de 26% no primeiro semestre. No Sul do País, o poder de compra do produtor do Rio Grande do Sul teve aumento de 15,3% no acumulado de seis meses. Em Santa Catarina, para a aquisição de um quilo da ração, foi necessário 0,94 litro de leite em junho, aumento de 21,4% no poder de compra.

No Paraná, produtores precisaram de 1,36 litro de leite em junho, aumento de 15,5% no poder de compra frente a janeiro deste ano, quando era necessá-rio 1,49 litro Em relação ao glifosato, houve diminui-ção no poder de compra no primeiro semestre somente no Paraná e em Minas Gerais, de 6,9% e de 12,3%, respectivamente. Em Minas Gerais, para a compra do glifosato, eram necessários 9,44 litros de leite em janeiro, subindo para 10,75 litros em junho. Em janeiro, o produtor paranaense necessitava de 11,7 litros de leite para comprar um litro do insumo e, em junho, essa relação subiu para 12,57 litros. Nos demais estados da região Sul do País, o aumento no poder de compra frente ao glifosato foi de 6,5% no Rio Grande do Sul e de 1,6% em Santa Catarina.

 A elevação mais significativa no poder de compra, de 20,6%, foi verificada em Goiás, onde foram necessários 12 litros de leite para comprar um litro do insumo  em janeiro e 9,95 litros em junho.  A relação de troca de leite por um litro de diesel comum teve comportamento semelhante entre as regiões acompanhadas pelo Cepea.

Apesar do aumento no preço do combustível, o poder de compra aumentou devido à alta no preço do leite recebido pelo produtor. No Sul, houve aumento de 8,9% no poder de compra no Rio Grande do Sul; de 5,7% em Santa Catarina; e de 2,2% no Paraná. Em São Paulo, houve melhora de 6,1% no poder de compra, que passou de 2,49 litros de leite em janeiro para 2,35 litros em junho. Em Minas Gerais, houve melhora de 7,7%, sendo necessários 2,44 litros em junho, ante 2,62 em janeiro.

 Em Goiás, foi observado o maior aumento no poder de compra do produtor no acumulado deste ano, de 17,9%. Em janeiro, o produtor necessitava de 2,38 litros de leite para a compra de um litro do combustível e em junho, de 2,02 litros.

Leilão Gir Leiteiro do Rio

A Fazenda Makabu e seus convidados, realizam, em Macaé- Rio de Janeiro, no dia 27 de julho, sábado, a partir das 21 horas, no Tatersal de Leilões do Parque de Exposições de Macaé, o Leilão Gir Leiteiro do Rio, quando serão ofertados 29 lotes, com destaque para Bailarina Makabu, descendente de CA Sansão e Baiuca de Brasília, Kelinha da Vac, descendente de Jaguar TE do gavião e, Fênix Fiv paraty, descendete de Radar das Poções e Biba da Parahy.

O catálogo virtual pode ser acessado no site: www.programaleiloes.com.br

O remate será transmitido pelo Agrocanal.  Participe!

Menor oferta faz preço do leite subir em Mato Grosso do Sul

De acordo com o informativo Casal Rural, elaborado pelo Sistema Famasul, o valor de referência do Conseleite/MS para o leite comercializado em Mato Grosso do Sul em junho de 2013 foi de R$ 0, 7730 apresentando discreta valorização de 0,65% quando comparado ao mês anterior. Portanto, quando comparado a junho de 2012 a valorização é de 21,84%. A restrição de oferta continua dando sustentação aos preços. Para o leite comercializado em julho, a projeção continua sendo de alta.

IMPORTAÇÃO DE DERIVADOS

No mercado externo de lácteos os preços do leite em pó continuam elevados e as condições para importação continuam desfavoráveis devido ao dólar valorizado. Quanto à balança comercial brasileira, no acumulado do primeiro semestre de 2013 houve um recuo no valor importado em relação ao mesmo período de 2012, no entanto, no mês de junho, quando comparado a maio de 2013 houve aumento das importações.

VAREJO

Nesse período de entressafra a redução na produção de leite sul-mato-grossense é expressiva, e a elevação do preço da matéria prima atinge diretamente o mercado de derivados, contribuindo para a elevação de preços dos produtos lácteos no varejo.
Porém, até o momento não se observa retração de consumo apesar dessas sucessivas altas

Touro Uísque é destaque no teste de progênie Embrapa/ABCGIL do Gir Leiteiro

Após avaliações da Embrapa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), feitas por meio do teste de progênie, o touro Uísque foi considerado o melhor animal para produção de leite do Centro-Oeste e o sétimo no Brasil, além de ser o primeiro colocado como nova opção, ou seja, que não gera consanguinidade.
A fazenda Hermínia, atendida pela Emater-DF, atua desde 1983 na criação de gado gir leiteiro. Os proprietários, Paulo Horta e Lindalva Horta, possuem mais de 110 animais, entre touros, vacas e novilhas das raças gir e girolando. O carro-chefe da fazenda é a produção de genética.
– Já que nossa propriedade é pequena, temos que ser grandes na tecnologia – observa o produtor.
Atualmente, o teste da progênie é feito pela Embrapa, junto com a Associação Brasileira de Criadores de Gir Leiteiro. Trata-se de uma rigorosa avaliação científica de nível nacional, que classifica os animais que têm maior potencial de gerar vacas com maior produção de leite que a média dos rebanhos. As vacas são inseminadas artificialmente com o sêmen do touro e as filhas que nascem e são avaliadas nas suas diversas lactações — por isso, a avaliação pode levar até oito anos.
O programa já testou 451 touros em mais de 18 mil novilhas. O exame abrange todos os estados brasileiros. Paulo Horta explica que a terceira lactação é a que melhor indica o potencial de produção leiteira. Atualmente, suas vacas produzem, em média, 12 litros de leite por dia, que é um índice bastante expressivo.

 

2º Leilão EAO Gir Leiteiro

No dia 22 de julho, segunda-feira, a partir das 21 horas, será realizado o 2º Leilão EAO Gir Leiteiro, em Belo Horizonte (MG), quando serão ofertados 33 lotes de animais da raça Gir Leiteiro, com destaque para Hastra TE M Verde, campeã do torneio leiteiro da Megaleite 2013; Amora M Verde, filha de CA Sansão e Amora M Verde e Escocesa FIV EAO, filha de Radar dos Poções e F.B. Vintena
Ao final do remate será sorteado aos participantes, o macho Encanto EAO, filho de Fardo FIV F Mutum e Calanga do Yoyo.

O catálogo do leilão pode ser acessado no endereço eletrônico: www.programaleiloes.com.br

A transmissão ficará por conta do canal Terra Viva.

Participe!

Procedimento mais barato contra mastite

De acordo com reportagem publicada no Portal Dia de Campo, a principal doença que afeta as vacas de leite é a mastite. Essa doença é responsável por grande parte das perdas financeiras dos produtores rurais. Capaz de representar perdas de 2L a 3 litros de leite por vaca a cada dia, ela pode se manifestar ou ficar escondida no animal, a chamada mastite subclínica. Para detectar a presença da doença e assim minimizar os impactos financeiros que ela pode causar, existe a contagem de células somáticas no leite. Segundo Paulo Machado, professor do Departamento de Zootecnia da Universidade de São Paulo (USP), o objetivo do procedimento é identificar animais com a infecção na glândula mamária.
 Isso porque, quando uma bactéria entra na glândula, causa uma reação imunológica no animal e ele responde enviando células somáticas para o interior da glândula mamária. Essas células somáticas são do próprio corpo do animal, ou seja, do sistema imunológico. São células brancas que têm como finalidade destruir os agentes invasores
De acordo com ele, é possível identificar uma infecção analisando a presença de bactérias diretamente na glândula ou indiretamente através da contagem de células somáticas. Ele diz que se uma vaca apresenta contagem superior a 200 mil células para cada ml de leite, existe uma chance de mais de 90% de essa vaca estar infectada por uma bactéria.
 Esse procedimento pode ser feito visualmente identificando e contando cada uma das células somáticas que estão presentes no leite. Nós coramos os núcleos dessas células e, utilizando o microscópio, é possível fazer a contagem. Esse é um método preciso, porém extremamente trabalhoso, caro e demorado.
Para resolver essas dificuldades, foram criados equipamentos eletrônicos que fazem esse trabalho. Esses equipamentos são capazes de corar as células e realizar a contagem em alta velocidade, como fala o professor, que afirma existirem equipamentos que fazem quinhentas contagens por hora.
 Todo rebanho possui vacas com mastite, mas o ideal é que o rebanho tenha, no máximo, 15% das vacas infectadas por bactérias. Muitas vezes, essas vacas não mostram sinais da infecção, é a chamada mastite subclínica. Algumas vacas, no entanto, mostram a presença da bactéria, a chamada mastite clínica. Portanto, a contagem somática identifica as vacas com mastite clínica, mas também as que apresentam a infecção subclínica. Com isso, o produtor sabe a real situação do seu rebanho .
Machado diz ainda que, além de ser extremamente importante para o produtor, a contagem de células somáticas também é importante para a indústria, já que a presença dessas células indica um leite de pior qualidade que oferecerá menor rendimento na produção de queijo. O professor afirma também que é importante coletar amostras a cada mês.
 O ideal é que seja coletada uma amostra por mês de cada vaca. Com isso, é possível ter uma boa ideia da permanência da mastite no rebanho, da taxa de novas infecções e da taxa de cura, que, em conjunto, dão uma ideia da taxa de crônicas. Portanto, é possível ainda calcular coeficientes que dão toda a informação da situação de mastite no rebanho
Já em relação ao custo do procedimento, o professor afirma ser uma prática barata que todo produtor deve fazer. Segundo ele, ela custa menos de R$ 2 por mês para cada vaca e, através do resultado obtido, o pecuarista pode adotar medidas que venham a salvar um animal de R$ 3 mil, por exemplo.

 

Mercado do Leite firme e preços ao produtor em alta

De acordo com relatório “Carta Leite”, da Scot Consultoria, o cenário foi de mercado firme e preços do leite e derivados em alta no primeiro semestre de 2013.

Considerando a média nacional, o produtor recebeu R$ 0,932 o litro do leite no pagamento em junho, referente ao leite entrgue em maio. O aumento foi de 2,7% em relação ao pagamento em maio.

Na comparação com o mesmo período do ano passado, o produtor está recebendo 14,4% mais pelo produto. O preço subiu em praticamente todos os Estados pesquisados.

O cenário atual é reflexo da forte concorrência entre os laticínios, devido ao período de entressafra e demanda aquecida na ponta da cadeia. è preciso considerar também a queda da produção em relação ao ano passado.

Esta queda reflete o menor investimento na atividade por parte do produtor, ocasionado pela elevação dos custos de produção e pelas margens apertadas em 2012.

Entre janeiro e março de 2013, de acordo com o IBGE, foram capitados 5,68 bilhões de litros de leite pelos laticínios brasileiros, 1,4% menos em relação a 2012.

A expectativa em curto prazo é de mercado firme e alta nos preços ao produtor. A previsão é de um pico de preço em 2013 no pagamento de julho, mantendo-se estável até agosto, ao redor de R$ 0,95 por litro.

De acordo com a Scot Consultoria, 2013 é um ano de recuperação das margens do produtor e dos laticínios.

Mato Grosso terá associação dos criadores de gado Gir Leiteiro

À frente da entidade estará o criador Getúlio Vilela, que presidirá a Associação dos Criadores de Gado Gir Leiteiro do Mato Grosso,  durante os próximos quatro anos.
De acordo com informações do Portal do Gir, a inauguração acontecerá dia 12 de julho, sexta-feira, a partir das 19 horas, com a presença de criadores, autoridades e convidados.
Abaixo, lista com os integrantes da ACGIL-MT:
Getúlio Vilela de Figueiredo – Presidente
Otarci Nunes da Rosa – Vice-presidente
Márcia Borges – 1ª Diretora Financeira
José Marcelo Vilela Rossi de Brito – 2º Diretor Financeiro
Celso Silva Filho – 1º Diretor Secretário
Maressa Rezende Vilela Bettenco – 2º Diretora Secretária
Miller Cresta de Mello Silva – 1º Diretor Técnico
Alamir Borges Stephan Filho – 2º Diretor Técnico
Membros do Conselho Fiscal:
Helbânio Barbosa de Souza
Marco Aurélio Coelho Junior
Wesley da Costa SilvaCom a criação da associação no Estado espera-se um incremento na quantidade de criadores na região Centro-Oeste e até no Norte.

Leite orgânico produzido em Faculdade de Uberaba ganhará o mercado

Leite orgânico começará a ser processado e comercializado pela FAZU – Faculdade Associadas de Uberaba  a  partir do próximo mês de agosto, o Projeto de Produção de Leite Orgânico de Zebu entra em uma nova fase. O leite produzido pelas matrizes zebuínas participantes do projeto começará a ser processado e pasteurizado no Núcleo de Excelência em Engenharia de Alimentos (NEEA), no próprio campus da FAZU e, posteriormente, comercializado em padarias e lojas de produtos naturais de Uberaba/MG.

De acordo com a Faculdade, a produção média é de 100 litros de leite por dia. O leite orgânico pasteurizado é um produto diferenciado, uma vez que as vacas que produzem o leite são criadas em um sistema natural, onde recebem apenas alimentação orgânica, e quando necessário, recebem tratamento com fitoterápicos e homeopatia.

 

Aumenta o preço do leite no Mato Grosso do Sul

O aumento do valor deve-se à entressafra.

Técnico da Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), reforça que a tendência é de continuidade da valorização do produto.

Na próxima sexta-feira (12) membros do Conseleite-MS se reúnem para tratar o assunto. A expectativa é de que o litro passa a valer R$ 0,7712.

Megaleite 2013 quebra recordes em Uberaba – MG

O 24º Torneio Leiteiro da raça Girolando terminou na quarta-feira (03) na Megaleite 2013 com novos recordes de produção. A disputa contou com 42 fêmeas. Na categoria Vaca, a fêmea ¼ Obra Prima da Centrogen FIV, de propriedade de Enos Toledo Yan Hsin Ma, bateu o recorde da Megaleite, com a produção de 184,090 kg/leite em 9 ordenhas e média diária de 61,363 kg/leite.

O recorde anterior era de 56,887 kg/leite. Entre as fêmeas ¼ também houve quebra de recorde entre as novilhas. Gala Jaguar Santa Luzia, pertencente às fazendas Cachoeira e Santa Luiza, venceu com produção total de 142,00 e média de 47,333 kg/leite, contra 42,620 kg/leite da recordista anterior.

Já entre as novilhas meio sangue Grasi Wildman FIV LE, do criador Eurípedes José da Silva, bateu o recorde da Megaleite, que era de 59,733 kg/leite, ao produzir 61,500 kg/leite e total de 184,500 kg/leite.  A novilha 5/8 Germina Diana 671, do criador Bernardo Garcia de Araújo Jorge, bateu o recorde nacional, com a produção de 66,047 kg/leite e total de 198,140 kg/leite. O recorde anterior era de 55,693 kg/leite. Com isso, ela ficou com o título de Melhor Novilha.

O Título de Melhor Vaca do Torneio Leiteiro ficou com Muralha Dramatic Santa Luzia, que obteve produção média de 85,163 kg/leite e total de 255,490 kg/leite. A vaca pertence ao criador José Coelho Vitor.

A Megaleite 2013 vai até o dia 7 de julho no Parque Fernando Costa, em Uberaba (MG).