Produtores de leite pagam mais por produção no MG

A produção de leite em Minas Gerais já está sofrendo as conseqüências negativas da estiagem prolongada.

Além do comprometimento das pastagens, o que obriga produtores a alimentar animais com ração, as altas temperaturas também interferem na produtividade do rebanho.

Em algumas regiões, como é o caso do Triângulo Mineiro, pecuaristas já trabalham com racionamento de água.

De acordo com o engenheiro agrônomo, doutor em zootecnia e diretor presidente do grupo Universidade do Leite, José Carlos Peixoto Modesto da Silva, a principal conseqüência da seca é o aumento dos custos para os pecuaristas. “A estiagem prolongada, aliada às altas temperaturas, compromete a qualidade e a oferta de pastagens. Esse fator obriga o pecuarista a fornecer ração para o rebanho, o que onera a produção, que já tem pequena margem de lucro. A queda na oferta e na qualidade da pastagem acontece antecipadamente à época tradicional de seca, que geralmente ocorre a partir de março”, observa.

As situações mais graves foram registradas no Sul de Minas e no Triângulo, onde a produção do leite está em queda.

As informações são do Diário do Comércio.

 

Milkpoint

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